Dividir o Brasil em Dois?

É São João e o nordeste, assim como todos os povos que se localizam a partir da Bahia, inclusive, Tocantins, parte do Mato Grosso, Rondônia, Acre, e demais estados acima da linha formada pelos estados citados, sentem demais a ausência dessa festa com características únicas nessa região. Há uma identidade na música, culinária, vestuário, idioma, etc. Relativo ao idioma é impressionante ver essas diferenças aqui no condomínio, onde moro, na cidade de Salvador-Bahia. São 417 unidades e tem gente de todo país e, até, de fora do Brasil. De vez em quando o terço é rezado aqui na minha casa e vejo essas diferenças quando percebo a dificuldade de comunicação com o pessoal do sul do país. Não chega a ser um problema, mas, sem dúvida alguma, o nosso modo de ser é diferente. Somos mais “dados”, mais acolhedores e a conversa flui com mais naturalidade, principalmente para nós que viemos do interior do estado da Bahia.

Com os resultados das eleições de 2018 me pego a pensar se não seria interessante a separação do Brasil em dois. Ficaríamos com os estados citados acima formando o país denominado Brasil Mestiço com capital em Fortaleza. Chego a pensar em perguntar ao Dr. Ciro Gomes quais seriam nossas chances de sobrevivência e a evolução desse povo.

Fica evidente o distanciamento existente entre nós e o povo mais ao sul e sudeste. Poderíamos voltar a chamar a letra ”efe” de “fê”, o “eme” de “mê” e o “ene” de “nê”. Defendo essa mudança porque era com essas letras que eu conseguia contar a única piada que sabia: “… o filho pequeno adentra ao quarto dos pais e se depara com a mãe completamente nua. Fica surpreso com aquela parte nunca antes vista e cheia de pelos pubianos. Não se contém e pergunta apontando para a vagina da mãe, o que é isso? A mãe responde de imediato como que querendo encurtar a conversa, isso é uma garagem! De imediato o filho pergunta; posso colocar meu fusquinha ai? A mãe responde seriamente, não, aqui é para o FNM (leia-se Fenemê denominação dos grandes caminhões “trucados” que transportavam bois) de seu pai…”.

 

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A atual situação do pais justificaria essas mudanças dada a tragédia que se abateu sobre ele.

Como sempre, tudo tem algumas exceções. Pertencemos a esse seleto grupo, hoje muito maior, que não aderiram a esse mergulho no escuro que o Brasil deu, num vendaval de ódios e paixões. A vontade de chorar é muito grande quando vejo a pessoa pequena no caráter, primária na forma de falar e se posicionar que elegemos para nos governar. Não fosse tudo isso, percebemos que esse mesmo governante possui um grau muito pequeno de inteligência, não sendo capaz de reter e processar mais do que duas, ou mesmo uma, variáveis identificadas como eventos ou fatos a serem levados em consideração quando analisamos uma dada situação. É preocupante e, até mesmo criminosa, sua posição e comportamento frente à pandemia resultante da presença em nosso país de um vírus, oriundo da China, chamado novo coronavírus e que determina uma enfermidade denominada COVID-19.

Nunca fui de escrever para expressar meus pensamentos e ideias. Diante da situação de me sentir infeliz, constrangido, envergonhado, etc. com esse governo que está a governar o Brasil, a mais de um ano, me vejo impelido a escrever e publicar o que penso.

Assisto e leio tudo que diz respeito a essa nossa situação atual. Nesse sentido, posso afirmar, que existem duas pessoas que, assim considero, conseguiram apreender a realidade atual: Ciro Gomes e Pedro Cardoso. O Ciro Gomes gosta de olhar mais o aspecto da possível perda de soberania do nosso país frente aos Estados Unidos da América do Norte. É uma realidade e me pego a pensar que papel nos foi designado por essa potencia bélica e econômica no seu intuito de barrar o avanço da China. Será que vão ressuscitar o “come criancinhas”?. Entretanto, o Ciro, mostra estar ciente daquilo que é mais importante para o Pedro Cardoso. Para este trata-se de situação resultante de uma luta que trava a maioria da população brasileira para obter, em definitivo, a sua liberdade e de ser considerado cidadão pleno. A classe dominante, é preciso ter cuidado para não confundir com os movimentos advindos da Europa ocidental e oriental, só se movimenta para defender seu “status” de bem estar, ganhar dinheiro fácil, ostentar, etc. São trezentos e cinquenta anos de escravidão e servidão. É certo que a parcela inserida nesse contexto, de não ser cidadão pleno, sofreu um processo de condicionamento que a impele a agir da mesma forma que a classe dominante quando se sente “branca”, apesar de ser mestiça ou quando atinge uma posição mais elevada na pirâmide social. A classe dominante terceirizou, assim por dizer, essa atividade de oprimir, manter essa parcela em permanente estado de sofrimento através das péssimas condições em que vivem e o ataque direto às minorias tais como: pretos, mestiços, LGBTI+, etc. Não conseguimos sair dessa situação. O PT, através do presidente Lula, fez vista grossa ao estado de violência que se instalava no país, muito provavelmente patrocinado pelo segmento dominante, porque sabia não ter capacidade de implantar politicas publicas capazes de fazer frente a essa situação. Preferiu fazer de conta que nada disso existia. Enquanto o problema ficou restrito ao segmento representado por mais de 80% da população essa classe dominante manteve-se em silencio, interrompido a partir do instante que esse problema os atingiu.

Somando-se a essa nova situação que incomoda os segmentos que controlam a economia desse país, nos mesmos moldes que fizeram os portugueses que faziam parte da corte real portuguesa que aqui se instalou a partir de 1808, só pensa em usufruir das nossas riquezas porque acreditam que adquiriram o poder divino de só usufruir sem “dar um prego numa barra de sabão”, ou seja: sem nenhum esforço para tal. Nos últimos tempos a situação se deteriorou porque um estado de insegurança atingiu a todos, indistintamente, nesse nosso país frente à crise imobiliária patrocinada pelo EUA. Anteriormente já tinha havido a “bolha de internet” quando não precisava ser gênio para ver que aquilo não se sustentava.  De repente o “mundo todo” percebeu que produzir as riquezas e bens de consumo primário, secundário e terciário se apresentava especialmente difíceis. A parcela não dominante desse mundo, leia-se europeia, já atingiu situação de equilíbrio onde não existe mais a preocupação de ficar rico que é um sintoma dos povos, como o nosso, em função da insegurança instalada universalmente porque ela já existia e tem como exemplo a verdadeira psicose que se abateu, desde sempre, sobre nossa classe política na busca de obter bens materiais que lhes dê segurança quanto ao futuro.

Infelizmente nosso atual governo federal se mostra uma máquina feroz na capacidade de criar conflitos que deixam a todos em verdadeiro suspense quanto ao seu futuro. Isso dado o fato de que o mundo todo irá precisar de, pelo menos, uns três governos, aqui, de oito anos para acreditar que voltamos a merecer respeito e mudar a imagem destroçada de nosso país.

Ao final da pandemia estaremos sentados numa crise social e econômica sem precedentes, sendo necessário alguém com perfil capaz de nos tirar dessa encalacrada que os desmandos do PT(Lula)/Bolsonaro nos colocaram. Quantos nesse país se encaixam nesse perfil que tentarei elencar abaixo?

– Humanista em oposição a essa verdadeira “caterva” (Villa vai me autorizar) que se instalou no palácio do planalto;

– Disciplinado;

– Capaz de comandar os melhores quadros do país;

– Capacidade de comando que era esperado por quem votou nessa “caterva” – adoro essa palavra;

– Experiência na administração pública;

– Conhecimento em toda a cadeia que norteia a gestão pública federal, envolvendo as políticas externa e interna;

– Perfil público com o mínimo de símbolos inerentes aos desonestos, para não dizer isento porque santo não vira vereador, prefeito, deputado ou senador nesse país. Então essa pessoa deve ter tido o cuidado de se manter livre de processos independente de ter sido considerado inocente ou não;

– Capacidade de negociação porque sem essa habilidade não é possível governar o que não quer dizer que tenha que ser uma negociata;

– Que conheça os trâmites do congresso nacional (câmara e senado);

– Que conheça o país significando estar ciente de todos os problemas que nos afligem: sociais e econômicos;

Que o Criador nos ajude, São João também, para que essa pessoa exista.

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